Madonna: adotando os streets brasileiros!

A grafiteira Simone Sapienza, a Siss, venceu concurso e sua obra ilustra o disco ‘Superstar’, lançado nesta segunda-feira no BrasilMadonna graffiti

Mais uma artista brasileira está fazendo parte da nova turnê da popstar Madonna. Depois do B-boy Neguin, que já faz parte do grupo de dançarinos, agora foi a vez da grafiteira Simone Sapienza, a Siss, assinar a arte de capa do mais novo single da rainha do pop.

Ela venceu concurso organizado por uma marca de bebida alcoólica e deve conhecer Madonna pessoalmente, nesta terça-feira, nos bastidores do primeiro show da turnê MDNA em São Paulo.

O grafite foi finalizado pelo diretor de arte de Madonna, Giovanni Bianco. A partir desta quarta-feira a música e a capa do disco podem ser baixados no site.

A artista plástica de 40 anos é paulistana e se dedica à arte de rua desde 2010. Fonte Revista Veja

B-boy Neguin fecha o ano em turnê com Madonna

Um dos melhores e mais requisitados b-boys da atualidade o paranaense Neguin, está participando do corpo de dançarinos da nova turnê mundial da popstar Madonna MDNA, que chega aqui no Brasil próximo domingo dia 2Neguin conheceu Madonna em Nova York em 2010 e depois de três convites para fazer parte da sua equipe de dança aceitou o desafio. Neguin já participou e venceu diversos campeonatos de break dance pelo mundo, inclusive o maior deles o Red Bull BC ONE no Japão. Nessa nova etapa, Neguin que desde os 16 anos começou a dançar, colocará em prática nos palcos junto com a rainha do POP, suas experiências de dança de rua e break ficando ainda mais em evidencia no circuito mundial de dançarinos. Salve Neguin, exemplo de determinação para todos os b-boys e artistas de rua de todo o Brasil representa muito, pois saiu do gueto e hoje arrebenta  num dos lugares mais importantes do mundo. Fonte: ego

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Guerreiros do Hip Hop nas ruas de Portugal

Antes da crise, da falta de alunos, de dinheiro  e do encolhimento de festivais em Portugal e em toda Europa, a vida deles era o Hip Hop. Correcção: a vida deles era ganha com o Hip Hop. Agora a história é outra: nos últimos dois anos, os alunos dispostos a pagar pelas aulas começaram a desaparecer e as convocações para atuar em festivais deixaram pouco a pouco, de surgir. Mas eles insistem. Boné no chão e som ligado, os cinco amigos fazem-se à vida nas ruas de Lisboa. No fim do dia juntam-se as moedas e fazem-se contas. A vida deles (ainda) é o Hip Hop.

 Passar o chapéu, nesse caso o boné,  é característico de artistas de rua.

Fonte: P3